segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O Que Vende Mais Atualmente?


É o tipo de dúvida intrigante para quem quer faturar no mercado literário. Mas o conselho é: Nunca pense em escrever de acordo com o que vende na atualidade. Na onda dos romances "vampirescos" liderados por Stephenie Meyer, existem mais de quarenta títulos com o mesmo enredo de romances proibidos protagonizados por meninas insossas que se apaixonam perdidamente por rapazes estranhos e misteriosos até virem à tona a "surpresa" de que eles são... vampiros!
É um clichê irritante demais. Não quero julgar que são ruins, afinal eles fazem o bom papel de entretenimento juvenil. Muitas editoras vão na onda, até mesmo copiando o modelo de capas de fundo preto com efeitos misteriosos. Realmente podem vender, assim como livros de zumbis e também de romances polêmicos sadomasoquistas. A questão é: será que vale a pena apelar para um clichê somente para vender bem?
Isso é um erro muito grave para quem quer se aventurar respeitosamente no mercado literário. Não escreva para vender, porque o seu público notará isso. Seja original em sua história. Vampiros são seres sanguinários, violentos, cruéis, demoníacos, soturnos, macabros e desprovido de sentimentos. Na mesma linhagem maligna estão os demônios e os zumbis. Então não tente apelar para os clichês controversos de vampiros e zumbis românticos com missão especial com meninas adolescentes, a não ser que seja algo totalmente original, porque você irá começar mal.

Respeite a inteligência do leitor, porque ele é exigente e se ele der ao luxo e confiança de apostar em uma literatura nova, então aproveite esse momento com todo o seu empenho. Apresente uma obra original e contundente. Faça o leitor pensar e ter vontade de reler e compartilhar a novidade. São muito poucos os que realmente pensam assim e colocam em prática no início de sua trajetória.

Leo Vieira


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Carreira Básica ou Literária?


O mercado literário é escorregadio, disputado e também decepcionante, se você realmente quer saber mais, antes de se aventurar nele. Pode ser que essa classificação não seja muito agradável logo de início, mas é o mais importante que você descubra até mesmo para que saiba o que realmente espera conseguir através dele.
Você escreveu, tem o seu livro e decide enfim publicá-lo. Sua mãe e seus amigos elogiaram e disseram que você devia se tornar escritor. Isso aí não basta. Preste bem a atenção nesses momentos, se você realmente quer se aventurar ou apenas massagear o seu ego com uma publicação. Os críticos literários não vão passar a mão na cabeça de ninguém, ainda mais quando se é um autor iniciante.
Se a carreira literária que você escolheu é apenas "vamos ver no que vai dar", então será muito simples; é só providenciar o registro na Biblioteca Nacional, revisão, diagramação, capa e encomendar um tiragem pequena em uma gráfica ou editora por demanda, com ISBN, código de barras e ficha catalográfica. Faça uma reunião com amigos em uma biblioteca ou pizzaria e convide um fotógrafo de um jornal para fazer
uma foto e uma nota no jornal local. Você venderá uns quinze exemplares no dia (o que já é ótimo, porque garantirá o retorno do que investiu na impressão). O resto você poderá vender nos anúncios no blog.

Agora, se você quer construir uma carreira literária, o caminho será mais espinhoso. Você terá que adotar alguns métodos e o investimento será maior também. Nas postagens seguintes, apresentarei métodos essenciais para que seu nome fique realmente reconhecido e respeitado no mercado cultural literário. Não tenha pressa e seja sábio na caminhada, porque o sol ainda ilumina espaço para todos.

Leo Vieira


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Leo Vieira no Dia do Quadrinho Nacional

No dia 30 de janeiro, sexta-feira, no Centro Cultural Joaquim Lavoura (Lavourão), em São Gonçalo, foi realizado o Dia do Quadrinho Nacional, celebrando esta arte que alcança várias idades e permanece por várias gerações.
No evento, organizado por Alexandre Martins (animador e quadrinista) tiveram revistas em quadrinhos para exposição e venda. Muitos artistas independentes compareceram e participaram, como Denis Melo, Gilberto Perez, Eberton Ferreira, Alberto Souza, Vinícius Guimarães, Lipe Diaz, entre outros.
No final, eu participei com a palestra sobre licenciamento, onde apresentei 5 exemplos de adaptações de gibi que foram ramificadas para brinquedos e desenhos animados nos Estados Unidos e também 5 exemplos de personalidades nacionais que viraram gibis e suas versões ilustradas foram adaptadas para brinquedos e discos. Também foram mostrados 5 gibis de super-heróis nacionais que foram lançados paralelamente para a TV.
O mercado de entretenimento infantil também não ficou de fora e conhecemos 8 gibis de personalidades da televisão que também ilustraram páginas coloridas e de quebra, ganharam brinquedos e produtos, rendendo bons lucros para os seus proprietários e licenciadores. A palestra foi finalizada com 2 exemplos atuais nacionais que também estão dando certo nesta empreitada.
Fiquei satisfeito em ver que o quadrinho nacional está sendo reavivado aos poucos. No mesmo dia também foi fundada a ABRAHQ (Academia Brasileira de Histórias em Quadrinhos), no Rio de Janeiro. Espero que haja mesmo muitos projetos e atividades envolvendo a turma.

Leo Vieira


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Coliseu dos Quadrinhos

Está no ar o Coliseu dos Quadrinhos!
Esta nova marca de minha autoria e coordenação tem o objetivo de ressaltar valores artísticos, culturais, literários, históricos, didáticos, pedagógicos, educacionais, magistrais, filosóficos e até acadêmicos entretidos através desta arte tão popular.
As histórias em quadrinhos são uma alternativa performática de nos envolver em um enredo criativo e acolhedor, nos fazendo sonhar por alguns instantes, no decorrer das páginas. E se engana quem pensa que as populares histórias em quadrinhos estão focadas apenas no entretenimento infantil! Pelo mundo afora, em diversos países, existem os populares mangás (quadrinhos orientais, com enredo de aventura, de fantasia ou de esporte), os quadrinhos europeus (estilo acadêmico e com conteúdo de aventura ou drama), os quadrinhos de moda (com temática feminina, abordando assuntos complexos), os quadrinhos americanos (brutamontes com superpoderes em um universo violento urbano), os quadrinhos cartunizados (estilo mais humorístico e grotesco), os
quadrinhos de terror, os quadrinhos eróticos e é claro, os quadrinhos infantis.
Nossa marca também será intercalada por artes, cartoons e quadrinhos. E com mascotes exclusivos. Eles também irão nos entreter com dicas, exemplos e lições didáticas sobre como se especializar no mercado de quadrinhos. 

http://coliseudosquadrinhos.blogspot.com.br/2015/01/apresentacao.html

https://www.facebook.com/coliseudosquadrinhos?ref=hl

Leo Vieira